Economizando energia a 300 km/h

Em 2014, a Fórmula 1 incentivou a sua revolução energética. A organização reguladora dos esportes automotores, a Fédération Internationale de l’Automobile (FIA), impôs novas regras que introduziram um motor V6 turbocarregado de injeção direta (“unidade de potência”) e limitaram o consumo de combustível a 100 kg por corrida, incentivando as equipes técnicas a encontrarem novas soluções de eficiência energética. A Total, envolvida nas corridas de Fórmula 1 há 47 anos, está na dianteira desta tendência.

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    No máximo quatro motores (“unidades de potência”) por temporada.

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    Motores de Fórmula 1 de alta potência necessitam de combustíveis e lubrificantes perfeitamente calibrados para as suas necessidades.

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    100 kg de combustível por corrida e taxa de fluxo de combustível de no máximo 100 kg/h, a nova regra da FIA desde 2014.

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Energia dos campeões

Na Total, a Fórmula 1 é uma paixão há décadas. Em 2016, o Grupo é parceiro da  escuderia Renault Sport Fórmula 1 Team e também patrocina a escuderia Red Bull Racing Formula 1 Team.

Com toda a experiência adquirida ao longo de diversas temporadas na F1, os nossos engenheiros são mestres na arte de formular combustíveis e lubrificantes especiais para os mais poderosos motores automotivos. O objetivo é otimizar a sua operação, eficiência energética e confiabilidade.

Requisitos impostos pela FIA...

Começando com a temporada de 2014, a FIA tornou obrigatório o uso de novos motores híbridos. Agora, todos os carros têm um motor turbo V6 acoplado a duas unidades geradoras do motor. Um sistema ligado mecanicamente ao eixo de manivelas converte a energia cinética gerada durante as frenagens e, nas acelerações, devolve a energia armazenada ao conjunto propulsor. Um outro sistema, conectado ao turbocarregador, converte a energia térmica dos gases de descarga em energia elétrica. A nova unidade de potência precisa ser supereficiente porque a FIA estabeleceu um elevado padrão: os carros não poderão iniciar uma corrida com mais de 100 kg de combustível, embora tenham sido necessários 160 kg em alguns casos anteriores. E é melhor que os pilotos evitem grandes riscos, uma vez que a confiabilidade é a prioridade número um: cada equipe tem quatro motores para toda a temporada, ao invés dos oito que eles tinham há três temporadas.

...ultrapassados pela Total

No Centro de Pesquisas de Solaize, perto de Lyon, no sudeste da França, os engenheiros da Total estão trabalhando em parceria com os fabricantes dos motores Renault Sport F1 para vencer um desafio: fornecer a mesma potência e aumentar o rendimento dos conjuntos mecânicos, e ao mesmo tempo reduzir drasticamente o consumo de combustível e o desgaste do motor. São os mesmos engenheiros que desenvolvem combustíveis e lubrificantes para veículos comuns. As soluções que eles criam eventualmente permitirão a todos dirigir veículos menos poluentes e percorrer grandes distâncias. E com apenas um motor! Mais do que nunca, as corridas de Fórmula 1 servem como um importante teste para as inovações do Grupo.

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