GNL, as novas rotas do gás natural

Disponível em abundância, o gás natural emite duas vezes menos CO2 que o carvão, no processo de geração de eletricidade1. É a energia do futuro, que responde à crescente demanda mundial e também aos imperativos do combate ao aquecimento global. O gás natural pode ser liquefeito, o que lhe confere uma vantagem significativa: uma flexibilidade de transporte sem precedentes. Pioneira nesse setor e envolvida em toda a cadeia de gás, a Total investe no gás natural liquefeito (GNL) para fornecer energia onde quer que ela seja necessária.

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    Usina de liquefação da Qatargas na Ras Laffan Industrial City no Catar.

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    Entrega de GNL em um terminal de regaseificação no Japão.

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    Darwin, Austrália - O projeto Ichthys GNL, com capacidade de produção de 8,9 milhões de toneladas/ano de GNL, deverá começar em 2017.

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    Terminal de regaseificação de South Hook, o maior da Europa, situado em Milford Haven, no País de Gales, Reino Unido.

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    A Total desenvolve uma frota de 15 navios metaneiros quebra-gelo no âmbito do projeto Yamal GNL. O primeiro deles será batizado como "Christophe de Margerie".

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    As equipes da Total inovam para tornar o gás natural liquefeito (GNL) ainda mais acessível. Por exemplo, na Costa do Marfim e no Paquistão, as equipes desenvolvem um projeto de FSRU (terminal flutuante de estocagem e regaseificação).

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TOTAL: pioneirismo e liderança em GNL

O GNL oferece todas as vantagens do gás natural, superando os limites das redes de gasodutos. Graças aos processos de liquefação/regaseificação, o gás pode ser transportado em navios por longas distâncias. É possível, assim, distribuir essa energia para qualquer lugar do mundo onde ela seja necessária, sem depender de uma infraestrutura fixa, de manutenção complexa e cujo desenvolvimento tem custo mais elevado. 

O GNL representa, hoje, um terço de toda a produção de gás da Total. Somos uma das empresas mais importantes do mundo em produção de gás e GNL e fomos pioneiros por ter contribuído para a instalação, desde os anos 70, de usinas de liquefação na Ásia e no Oriente Médio. Atualmente, estamos presentes em toda a cadeia de valor, com participações em 11 usinas de liquefação no Oriente Médio, Ásia, Europa e África, bem como em cinco terminais de regaseificação na Índia e na Europa. Em 2009, por exemplo, inauguramos o maior terminal de regaseificação da Europa, em South Hook (Reino Unido), com capacidade de tratamento de 15 milhões de toneladas de GNL por ano.

Outros projetos estão em fase de lançamento, sobretudo a instalação de unidades flutuantes de estocagem e regaseificação (FSRU2) na Costa do Marfim e no Paquistão.

Inovar para responder à uma demanda crescente

O potencial de crescimento do GNL é considerável, pois ele permite suprir um mercado de gás natural mais global. Enquanto a demanda por gás natural deverá aumentar 2% ao ano no período entre 2020 e 2025, estimamos que a demanda por GNL crescerá duas vezes mais rápido. Nesse contexto de mercado tão promissor, nós enfrentamos verdadeiros desafios tecnológicos e humanos para que possamos extrair o máximo dos campos de gás. 

A usina de liquefação de Yamal GNL, por exemplo, que está em fase de construção no norte da Rússia, se situa às margens do Ob, um rio que fica congelado oito meses por ano, onde as temperaturas podem cair a -50°C. Para garantir o acesso ao local e o transporte do GNL, as equipes estão desenvolvendo, gradualmente, uma frota de 15 navios metaneiros (navios para transporte de GNL) do tipo quebra-gelo: uma realização inédita no setor. Verdadeiros exemplos de tecnologia de ponta, eles permitem assegurar o transporte eficaz de grandes quantidades de GNL durante todo o ano, sem auxílio de um quebra-gelo.  

A inovação é também um meio de reduzir nossa pegada ambiental. Assim, para garantir a extração de GNL a partir da Austrália, dos Estados Unidos ou de outros pontos de produção, nós encomendamos a construção de dois navios metaneiros. A particularidade destes navios é que parte do GNL transportado servirá para alimentar os motores dos próprios navios. Otimizaremos, dessa forma, as operações de transporte para os países consumidores de GNL, ao mesmo tempo em que reduziremos consideravelmente as emissões de CO2 durante o transporte.

 

1 Relatório CIRAIG : “GHG Emissions Related To The Life Cycle Of Natural Gas And Coal In Different Geographical Contexts” – junho de 2016

2 Floating Storage and Regasification Unit

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