CLOV: inovação e experiência em águas profundas

A Total está enfrentando mais um novo desafio na costa de Angola, e desta vez é um desafio duplo. Envolveu a perfuração de 34 poços submarinos para extrair e processar simultaneamente dois tipos diferentes de petróleo, num ambiente natural sensível, de quatro campos de petróleo — Cravo, Lírio, Orquídea e Violeta, ou CLOV, a sigla do projeto — em lâmina d’água de 1.100 a 1.400 metros. Considerando os desafios ambientais, reunimos toda a nossa experiência em projetos em águas profundas, para o desenvolvimento de petróleo e gás localizados em lâmina d’água superior a 500 metros. Estamos utilizando equipamentos inovadores, mais eficientes e privilegiando os fabricados localmente.

  • CENTRAL PROOF CLOV 3_PT_BR

    Um FPSO inteiramente novo para o CLOV.
    A embarcação flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo (FPSO) sai do estaleiro Daewoo Shipbuilding & Marine Engineering (DSME) em Okpo, na Coreia do Sul, com destino a Angola.

  • CLOV, um importante projeto offshore em águas profundas.

    CLOV

    CLOV, um importante projeto offshore em águas profundas

  • central proof clov 2 PT_BR

    Plano de desenvolvimento para o CLOV em Angola.
    Nossos profissionais desenvolveram um plano para o projeto em águas profundas, a cerca de 140 km da costa de Luanda, que consolida o sucesso de projetos anteriores em águas profundas em Angola.

  • CENTRAL PROOF CLOV 5 PT_BR

    Noruega, 2012.
    Transportamos o sistema de bombeio multifásico para o local de teste.

  • CENTRAL PROOF CLOV 6 PT_BR

    Noruega, 2012.
    Chegada do sistema de bombeio multifásico ao local dos testes.

  • CENTRAL PROOF CLOV 7 PT_BR

    Noruega, agosto de 2012.
    Integração das bombas multifásicas ao seu módulo.

  • central_proof_clov_14_PT_BR

    Noruega, agosto de 2012.
    Integração das bombas multifásicas ao seu módulo.

  • CENTRAL  PROOF  CLOV 8 PT_BR

    FPSO, janeiro de 2012.
    Montagem do casco do FPSO, em dique seco.

  • CENTRAL PROOF CLOV 9 PT_BR

    Lançamento do casco do FPSO, março de 2012.
    Depois de três meses no dique, onde o gigantesco bloco foi montado, o casco do FPSO possui 305 metros.

  • central proof clov 10 PT_BR

    Instalação dos módulos superiores no casco do FPSO, outono de 2012.
    Dez módulos da parte superior fabricados na Coreia do Sul são içados e instalados no casco. Alguns deles pesam cerca de 3 mil toneladas.

  • CENTRAL PROOF CLOV 11 PT_BR

    FPSO chega a Angola, novembro de 2013.
    Depois de uma viagem de 75 dias, o FPSO atraca num estaleiro em Angola para que o último módulo superior, fabricado localmente, seja instalado.

  • central proof CLOV 12 PT_BR

    O FPSO chega ao seu destino final, janeiro de 2014.
    O FPSO é ancorado e amarrado às diversas instalações.

  • CENTRAL PROOF CLOV 13 PT_BR

    Especialistas na indústria e produção em águas profundas.
    Inspeção dos equipamentos que serão instalados a mais de mil metros de profundidade no mar.

  • central_proof_clov_15_PT_BR

    O FPSO CLOV em produção no bloco 17.

  • central_proof_clov_16_PT_BR

    Inauguração oficial do CLOV com a presença de Patrick Pouyanné, Presidente e CEO da Total, e do diretor da Sonangol, Paulino Jeronimo, em dezembro de 2014.

  • central_proof_clov_17_PT_BR

    FPSO CLOV, no bloco 17 na costa de Angola.

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    FPSO CLOV ancorado no estaleiro PAENAL, em Angola.

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CLOV: um projeto repleto de desafios

Desde 2014, 160 mil barris de petróleo são produzidos por dia nos campos do CLOV. Contudo, colocar em operação um projeto deste porte é sempre um desafio tecnológico, humano e ambiental. A pressão da água no fundo do mar é alta e a temperatura fica em torno de 0° C. Neste frágil ecossistema e ambiente extremo, dois tipos de petróleo estão sendo produzidos simultaneamente:

  • Um petróleo leve de alta qualidade, encontrado nos reservatórios mais antigos (75% das reservas).
  • Um petróleo mais viscoso e, portanto, mais difícil de extrair, contido nos reservatórios mais jovens.

Apostando em inovação

Para enfrentar esses desafios, mais uma vez contamos com toda a experiência em águas profundas e em áreas ambientalmente sensíveis que adquirimos em projetos anteriores. O uso de equipamentos avançados, projetados para gerar menos impacto ao meio ambiente a cada etapa, também é fundamental:

  • Bombas multifásicas submarinas

    Estas bombas, instaladas a uma profundidade de quase 1.200 metros, são chamadas "multifásicas" porque podem bombear um fluido composto de petróleo, gás e água. A sua real utilidade será comprovada depois de dois ou três anos de produção, quando as pressões do reservatório caírem e nos permitirem manter o nível de produção dos campos.
     
  • Uma embarcação flutuante de produção, armazenagem e transferência (FPSO), totalmente elétrica, com sistemas de propulsão de velocidade variável

    A energia utilizada para alimentar as instalações submarinas e da superfície é produzida por turbinas similares às usadas na indústria aeroespacial. Elas funcionam com o gás associado produzido do CLOV. Os seus sistemas de acionamento de velocidade variável garantem que a unidade gere apenas a energia necessária, sem qualquer excesso, uma solução mais eficiente, e melhor para o meio ambiente.

Por fim, quantidades recordes de equipamentos foram fabricados e montados em Angola, totalizando 10 milhões de horas de trabalho realizado pela população local. O CLOV foi o primeiro FPSO a ancorar em Angola, e a integração de um módulo de tratamento de água no FPSO fabricado localmente foi um pioneirismo no país. A parceria de longo prazo ajudou a desenvolver a indústria e a mão de obra do país.

O plano global de desenvolvimento do projeto CLOV utiliza tecnologias que se provaram eficazes em Girassol, Dalia e Pazflor. Depois do prêmio da Offshore Technology Conference (OTC) de 2013, concedido ao projeto Pazflor, em Angola, a excelência tecnológica e a eficácia operacional das equipes da Total foram novamente reconhecidas durante a Conferência Internacional de Tecnologia do Petróleo, realizada em Doha, em dezembro de 2015. O CLOV recebeu o Excellence in Project Integration Award, prova de reconhecimento, pelo setor petrolífero, da experiência da Total em águas profundas. Em apenas uma década, a Total comprovou sua excelência nesta área, com diversos projetos em todo o mundo.

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